Família Bombinhas - SC

Família Andiara, Marco e Dmitri

Com um depoimento desses, não preciso acrescentar mais nada…

“Nós sabíamos…
Que aqueles dias seriam, muitas vezes, frios e duros. Que as cicatrizes seriam registros inequívocos que a história que criaríamos juntos seriam apenas uma lembrança do passado.

Que a dor seria suportável apenas se estivéssemos presentes, a cada segundo, no coração uns dos outros. Que tudo seria melhor na medida que nossa compreensão fosse além da matéria e que víssemos a vida numa perspectiva mais ampla e profunda.

Sim o frio era intenso. Mas o calor do amor que temos entre nós aqueceu cada momento na intensidade que precisáramos para aqueles dias. Tanto quanto estas fotos me mostram.
A dureza dos dias foi vivida com a simplicidade e delicadeza que apenas a Andi poderia nos ofertar.
As cicatrizes, hoje, são apenas a certeza de que passamos por aqueles dias.

Dor? Não, não.

Essa foi apenas uma moeda de troca pelo aprendizado.
Quando vejo estas fotos agradeço a cada segundo que tivemos o privilégio de passarmos juntos.

Dizem por aí que “recordar é viver”.
Eu digo que “recordar é reaprender”.

Reaprendo o amor entre nós 3 a cada pixel destas fotos (e são muitos mesmo).
A construção que vejo nestas fotos tem a força e vigor que apenas um exímio arquiteto poderia conceber: o Amor.

Como não agradecer pela benção que uma foto me trás?
Agradeço a cada segundo.
E desejo que cada segundo que estivermos juntos tenhamos: saúde, força e união.”

Marco Aurelio Neuwiem.